terça-feira, 20 de dezembro de 2011

O desejo, A música e essa extrema falta de ânimo

terça-feira, 20 de dezembro de 2011
Um vazio que predomina com essa música que não emite som algum
Ouço a música posta e preenche o vazio, substituindo o outro som
Retirando o silêncio, desanimo e sentindo a música dizendo
O desejo da infância, o sonho que se enganchou em algum lugar
A falta de algo que poderia contribuir com a melhora
Modificando uma parte ou totalmente a trilha sonora
De uma estória que, se contada seria terminada
Por tempo que um quarto de segundo ou milésimo
A palavra maldita, restrita a uma parte infinita de mim
Não podendo ao menos ser mencionada, outra parte morreria
Se novamente neste segundo de trilha a visse, fosse ouvida
Vejo os traços se formando no papel e na esperança de algo bom
Continuo com os olhos fitos no papel
Os traços fazem parte de uma denúncia dentro de mim
As palavras almejam a veracidade que a imagem trás
A falta de credibilidade das letras me traz a dor
E novamente me perco em meio ao suor
Pois os traços estão formando algo
Eu não sei desenhar, minhas letras estão mortas
Tudo em mim esta morrendo totalmente
Foram anos e anos, sinto acabando
Enquanto pudesse sentir continuaria escrevendo
Desfaleço-me em pensar que a única coisa que amo
Tornou-se um desencanto dentro de mim
O quê? As letras não tornam vida
Ouço outra melodia, algo fúnebre, me causa arrepios
O frio toma conta de mim, sinto meu corpo gelado e penso em voltar atrás
Os traços no papel se compõem e entendo que é tarde
Não há possibilidades de voltar
Minha pulsação esta caindo, não consigo sentir o ar
Só vejo os gritos, o adeus, aquela trilha me partindo
Pudesse eu ver antes de não ver, um, apenas uma unidade de sorriso
Ou sentir-me um ser vivente, contrariando a verdade
Apenas um zumbi, vagando, procurando a alma perdida
Ouço uma voz de um lado do caminho, uma luz a frente
O som emite algo, outra chance
Minhas pernas continuam prosseguindo, a procura da luz
A voz continua repetindo, mas não sinto que seria uma boa
Voltar a ouvir aquela trilha que me causa arrepios
Adeus voz que não reconheço, adeus
Aproveite a vida ai em cima, enquanto degusto outro tipo de dor
A confusão chegou e nada se consome
Queria ter feito uma nova música...

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O desejo, A música e essa extrema falta de ânimo


Um vazio que predomina com essa música que não emite som algum
Ouço a música posta e preenche o vazio, substituindo o outro som
Retirando o silêncio, desanimo e sentindo a música dizendo
O desejo da infância, o sonho que se enganchou em algum lugar
A falta de algo que poderia contribuir com a melhora
Modificando uma parte ou totalmente a trilha sonora
De uma estória que, se contada seria terminada
Por tempo que um quarto de segundo ou milésimo
A palavra maldita, restrita a uma parte infinita de mim
Não podendo ao menos ser mencionada, outra parte morreria
Se novamente neste segundo de trilha a visse, fosse ouvida
Vejo os traços se formando no papel e na esperança de algo bom
Continuo com os olhos fitos no papel
Os traços fazem parte de uma denúncia dentro de mim
As palavras almejam a veracidade que a imagem trás
A falta de credibilidade das letras me traz a dor
E novamente me perco em meio ao suor
Pois os traços estão formando algo
Eu não sei desenhar, minhas letras estão mortas
Tudo em mim esta morrendo totalmente
Foram anos e anos, sinto acabando
Enquanto pudesse sentir continuaria escrevendo
Desfaleço-me em pensar que a única coisa que amo
Tornou-se um desencanto dentro de mim
O quê? As letras não tornam vida
Ouço outra melodia, algo fúnebre, me causa arrepios
O frio toma conta de mim, sinto meu corpo gelado e penso em voltar atrás
Os traços no papel se compõem e entendo que é tarde
Não há possibilidades de voltar
Minha pulsação esta caindo, não consigo sentir o ar
Só vejo os gritos, o adeus, aquela trilha me partindo
Pudesse eu ver antes de não ver, um, apenas uma unidade de sorriso
Ou sentir-me um ser vivente, contrariando a verdade
Apenas um zumbi, vagando, procurando a alma perdida
Ouço uma voz de um lado do caminho, uma luz a frente
O som emite algo, outra chance
Minhas pernas continuam prosseguindo, a procura da luz
A voz continua repetindo, mas não sinto que seria uma boa
Voltar a ouvir aquela trilha que me causa arrepios
Adeus voz que não reconheço, adeus
Aproveite a vida ai em cima, enquanto experimento outro tipo de dor
A confusão chegou e nada se consome
Queria ter feito uma nova música......

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O que queres que eu te faça

Se confiar em DEUS, transforma nossa vida. Nos dá tudo quanto perdemos.

Hoje me peguei pensando que, talvez não quero o que perdi. Que talvez o que me perdeu e ainda está de boa forma, devia ter continuado comigo. Vejo uma mágoa aqui dentro de mim, uma erosão dentro de onde fica os sentimentos. Mas por ser humano e pedirei a DEUS, não quero aquilo que perdi, das coisas que perdi são apenas duas as quais desejo. O amor da minha mãe e a comunhão com o DEUS de Israel.
Enquanto o vento forte não passa, luto para que haja em mim raízes e continue firme ao chão, evitando ser levado por este vendaval.

Pudera ser a nossa vontade e não a de DEUS. Diversas vezes pedi se fosse derrotado ser decepado. Mas nada acontece, apenas continuo penando. Sabe lá, Ele quer me fazer forte. Deve conhecer tudo realmente, até onde deve ser melhorado. Mas DEUS, não quero aquilo que perdi, Tu sondas e sabes bem. Me dê coisas novas enquanto dedico o que é Teu a Ti. "... A DEUS o que é de DEUS".

Quero ter pouco, quero ser pequeno, quero tudo menos. Para evitar o prodígio de ser um Pródigo Filho.

Atenciosamente a voz que clama do meio do vale.


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domingo, 18 de dezembro de 2011

O vale, à sombra

domingo, 18 de dezembro de 2011

Eu vi um momento bom e, esse momento veio e logo passou. Veio outro momento, oprimindo e entristecendo e se sentiu sufocado e sem forças para passar, simplesmente se instalou e por cá ficou. O que era para ser apenas um momento, um vale. Aqui no vale é difícil até respirar, não sei quando estou certo. Fui tomado por tamanha confusão e em meio as árvores me perdi e não acho o local alto que devo subir. Como estivesse andando em círculos, estou perdido. Passei por um pântano e quase me afoguei, a lama prendeu os meus pés e quando estava me afogando, algo me libertou da lama. E assim corri vário perigos, por até hoje não se consumou o fato. É como a dor que não consome o vento que não refrigera a água que não me tira a sede, o gelo que não refresca ou apenas o remédio que não me cura. Os ferimentos dos espinhos ainda continuam sangrando, o sangue não acaba. Desfaleço mas não morro, meu fôlego chega ao limite e nada acontece. Já não sei das horas ou incrivelmente que dia é hoje, mas acho que não passou nenhum dia após aquele momento que veio do sul chegar. Aqui continuo esperando que o vento venha não apenas do sul, o vento que não completa. Queria sentir aquele vento dos quatro cantos, talvez pudesse ser levada a cima do vale para um momento bom. Pois prefiro sentir o que for ruim e não ter de conviver com ele lado a lado. Pois as palavras já não me ferem, seus discursos não causam efeitos, nada tem sentido, a confusão chegou e sua estadia não tem prazo. E neste vale o caminho me deixa só, não cabe apenas eu, é cheio e solitário, as pessoas não se falam ou apenas uma troca de olhar. Hoje espero a visita daquele que tem prioridade e venha ocupar este quarto. Fiquei sabendo que até a Sra. Solidão pode se alegrar. Ouço dizer que está à porta, mas não consigo atender!

Ben-ami

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